Que o verdadeiro Natal esteja dentro de todos nós!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Rapidelas
Pensei sobre o Papai Noel. Eu acreditei em Papai Noel. Meus pais quiseram que eu acreditasse em Papai Noel e realizaram a mis en scène característica. Graças a Deus me pouparam de ver meu próprio pai fantasiado de Papai Noel, mas me incentivaram a escrever cartinhas, a dormir cedo para encontrar meus presentes na manhã de Natal, a me comportar direitinho (essa parte era danada de boa pra fazer chantagem com os pimpolhos), a compartilhar. Lembro-me bem do dia que encontrei, no quarto dos meus pais, o envelope da minha cartinha destinada ao Papai Noel, no céu. Foi desapontamento que durou dias para ser superado. Afinal, eu não fazia mais parte da legião de crianças encantadas com o bom velhinho suado com o calor tropical. Mas eu não deixei de ganhar presentes, apenas parei de acreditar naquela magia.
Eu quis que meu filho acreditasse em Papai Noel. Fiz a mis en scène toda e escondia os presentes em diversos lugares da casa. Eu achava que presente desejado em baixo da árvore de natal era coisa sem graça, então, deixava lembranças lindamente embaladas perto da árvore, mas o mais ansiado era encontrado na base do ta quente, ta frio, ta morno. Lógico que a mãe sagitariana se divertia com a folia. Éramos duas crianças.
Eu quis que meu filho acreditasse em Papai Noel. Fiz a mis en scène toda e escondia os presentes em diversos lugares da casa. Eu achava que presente desejado em baixo da árvore de natal era coisa sem graça, então, deixava lembranças lindamente embaladas perto da árvore, mas o mais ansiado era encontrado na base do ta quente, ta frio, ta morno. Lógico que a mãe sagitariana se divertia com a folia. Éramos duas crianças.
Eu quero que algum dia meus netos acreditem em Papai Noel. E quero que meu filho se empenhe em fazer a mis en scène. Mas o que eu quero, mesmo, é que nosso esforço não se concentre em nossos umbigos.
Presente de natal é coisa pra criança. É coisa mágica, lúdica realizada em nome da criança que veio ao mundo para nos salvar. As crianças merecem ganhar presente de natal e merecem aprender a entregar presentes de natal às outras crianças. Aos adultos cabe realizar toda a mis en scène: Fazer com que o Papai Noel venha à todos os pequenos, sem exceção.
Fim de ano e o cansaço cumulativo. Este ano foi cansativo, cansativo e bom. Aprendi muitas coisas.
Minha querida amiga paulistana, que se casou com um anjo carioca, fez filha paulistana, nascida em 08.08.08, e mora no Rio de Janeiro, veio para São Paulo passar o natal com o marido e a filhotinha linda, linda e encantadora, que eu conheci no dia que nasceu, acompanhei os primeiros meses e hoje, eu não a reconheceria se a visse sozinha, tamanho crescimento e desenvolvimento da charmosa mocinha.
Ao encontrá-los, ontem à noite, após o trabalho, foi inevitável o abraço coletivo triplo, meus queridos que são. Olho para eles e renovo minhas crenças e esperanças. Olho para eles e penso: Como a natural fluidez deve ser reconhecida e respeitada. É dádiva.
Fim de ano e o cansaço cumulativo. Este ano foi cansativo, cansativo e bom. Aprendi muitas coisas.
Minha querida amiga paulistana, que se casou com um anjo carioca, fez filha paulistana, nascida em 08.08.08, e mora no Rio de Janeiro, veio para São Paulo passar o natal com o marido e a filhotinha linda, linda e encantadora, que eu conheci no dia que nasceu, acompanhei os primeiros meses e hoje, eu não a reconheceria se a visse sozinha, tamanho crescimento e desenvolvimento da charmosa mocinha.
Ao encontrá-los, ontem à noite, após o trabalho, foi inevitável o abraço coletivo triplo, meus queridos que são. Olho para eles e renovo minhas crenças e esperanças. Olho para eles e penso: Como a natural fluidez deve ser reconhecida e respeitada. É dádiva.
O garotão resolveu que meu PC precisava de um stream makeover e por conta própria trocou o HD, aumentou a memória, agilizou a coisa toda e considerou os programas que ele conhece, gosta e usa. Para essa façanha ele contou com a ajuda de querido amigo nosso, um gênio em computadores e em tantas outras coisas, merecedor de nosso carinho e constante torcida. Agora, o PC lava, passa, cozinha, leva o cachorro ao passeio diário e dá dicas sobre decoração, relacionamentos, beleza e saúde. Mas é desmemoriado, coitado. Fotos, músicas, textos, vídeos, mensagens, links, endereços, receitas, enfim, tudo o que costumávamos empilhar em caixas no quartinho da bagunça de nossas casas e passamos a empilhar em bytes em nossos computadores - apesar do quartinho da bagunça não ter perdido sua principal função – foram junto com o HD antigo. Essa é toda a maravilha. Há alguns meses, minha reação seria outra, eu teria ficado triste, meio deprimida com a perda de tantas coisas – aquela foto, justo aquela foto digital que não foi impressa e existia apenas na memória mais que perfeita do computador – mas, parei um minuto ou dois, pensei no monte de coisa querida e no monte de tranqueira perdida e senti que a vida é muito, muito mais do que isso e aquilo e achei o máximo ter um mundaréu de memória livre para guardar coisas novas. Parece que ando menos apegada. Talvez mais pasmada, não sei. Fato é que aprendo a melhorar. Escreveria que mudei, mas ninguém muda, a essência é a mesma. Melhoramos.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Summertime
Pelo verão, a nova estação iniciada ontem. Continuação da primavera quente e chuvosa, como foi a de São Paulo. Pela liberdade de nossas mentes, de nossos corpos, de nossos espíritos. Pela leveza que a nova estação sugere. Sejamos verões com as matizes de Monet e a melodia Summertime, de Gershwin, com Chet Baker, Miles Davis, Sarah Vaugh, Nina Simone, Yehudi Menuhin e Grappelli. Sejamos verões.
Summertime and the livin' is easy
Fish are jumpin' and the cotton is high
Oh your daddy's rich and your ma is good lookin'Fish are jumpin' and the cotton is high
So hush little baby, don't you cry
One of these mornings
You're goin' to rise up singing
Then you'll spread your wings
And you'll take the sky
But till that morning
There's a nothin' can harm you
With daddy and mammy standin' by
Desculpem pelo atraso desta mensagem. Ontem, voltei do escritório tão tarde e estava bem cansada.
Beijos, Gerana, pela adorável constante presença. Que o verão colorido da Bahia seja feito sob medida para você.
sábado, 19 de dezembro de 2009
When souls each other draw, when love is liberty and nature law
If it would be possible to erase people and events from our minds, without any risk of brain damage, what would you do? Which would be your choice?Blessed are the forgetful, for they get better even of their blunders.
In these deep solitudes and awful cells,
Where heav'nly-pensive contemplation dwells,
And ever-musing melancholy reigns;
What means this tumult in a vestal's veins?
Why rove my thoughts beyond this last retreat?
Why feels my heart its long-forgotten heat?
Yet, yet I love! — From Abelard it came,
And Eloisa yet must kiss the name.
Dear fatal name! rest ever unreveal'd,
Nor pass these lips in holy silence seal'd.
Hide it, my heart, within that close disguise,
Where mix'd with God's, his lov'd idea lies:
O write it not, my hand — the name appears
Already written — wash it out, my tears!
In vain lost Eloisa weeps and prays,Her heart still dictates, and her hand obeys
Relentless walls! whose darksome round contains
Repentant sighs, and voluntary pains:
Ye rugged rocks! which holy knees have worn;
Ye grots and caverns shagg'd with horrid thorn!
Shrines! where their vigils pale-ey'd virgins keep,
And pitying saints, whose statues learn to weep!
Though cold like you, unmov'd, and silent grown,
I have not yet forgot myself to stone.
All is not Heav'n's while Abelard has part,
Still rebel nature holds out half my heart;
Nor pray'rs nor fasts its stubborn pulse restrain,
Nor tears, for ages, taught to flow in vain.
Soon as thy letters trembling I unclose,
That well-known name awakens all my woes.
Oh name for ever sad! for ever dear!
Still breath'd in sighs, still usher'd with a tear.
I tremble too, where'er my own I find,
Some dire misfortune follows close behind.
Line after line my gushing eyes o'erflow,
Led through a sad variety of woe:
Now warm in love, now with'ring in thy bloom,
Lost in a convent's solitary gloom!
There stern religion quench'd th' unwilling flame,
There died the best of passions, love and fame.
Yet write, oh write me all, that I may join
Griefs to thy griefs, and echo sighs to thine.
Nor foes nor fortune take this pow'r away;
And is my Abelard less kind than they?
Tears still are mine, and those I need not spare,
Love but demands what else were shed in pray'r;
No happier task these faded eyes pursue;
To read and weep is all they now can do.
Then share thy pain, allow that sad relief;
Ah, more than share it! give me all thy grief.
Heav'n first taught letters for some wretch's aid,
Some banish'd lover, or some captive maid;
They live, they speak, they breathe what love inspires,
Warm from the soul, and faithful to its fires,
The virgin's wish without her fears impart,
Excuse the blush, and pour out all the heart,
Speed the soft intercourse from soul to soul,
And waft a sigh from Indus to the Pole.
Thou know'st how guiltless first I met thy flame,
When Love approach'd me under Friendship's name;
My fancy form'd thee of angelic kind,
Some emanation of th' all-beauteous Mind.
Those smiling eyes, attemp'ring ev'ry day,
Shone sweetly lambent with celestial day.
Guiltless I gaz'd; heav'n listen'd while you sung;
And truths divine came mended from that tongue.
From lips like those what precept fail'd to move?
Too soon they taught me 'twas no sin to love.
Back through the paths of pleasing sense I ran,
Nor wish'd an Angel whom I lov'd a Man.
Dim and remote the joys of saints I see;
Nor envy them, that heav'n I lose for thee.
How oft, when press'd to marriage, have I said,
Curse on all laws but those which love has made!
Love, free as air, at sight of human ties,
Spreads his light wings, and in a moment flies,
Let wealth, let honour, wait the wedded dame,
August her deed, and sacred be her fame;
Before true passion all those views remove,
Fame, wealth, and honour! what are you to Love?
The jealous God, when we profane his fires,
Those restless passions in revenge inspires;
And bids them make mistaken mortals groan,
Who seek in love for aught but love alone.
Should at my feet the world's great master fall,
Himself, his throne, his world, I'd scorn 'em all:
Not Caesar's empress would I deign to prove;
No, make me mistress to the man I love;
If there be yet another name more free,
More fond than mistress, make me that to thee!
Oh happy state! when souls each other draw,
When love is liberty, and nature, law:
All then is full, possessing, and possess'd,
No craving void left aching in the breast:
Ev'n thought meets thought, ere from the lips it part,
And each warm wish springs mutual from the heart.
This sure is bliss (if bliss on earth there be)
And once the lot of Abelard and me.
Alas, how chang'd! what sudden horrors rise!
A naked lover bound and bleeding lies!
Where, where was Eloise? her voice, her hand,
Her poniard, had oppos'd the dire command.
Barbarian, stay! that bloody stroke restrain;
The crime was common, common be the pain.
I can no more; by shame, by rage suppress'd,
Let tears, and burning blushes speak the rest.
Canst thou forget that sad, that solemn day,
When victims at yon altar's foot we lay?
Canst thou forget what tears that moment fell,
When, warm in youth, I bade the world farewell?
As with cold lips I kiss'd the sacred veil,
The shrines all trembl'd, and the lamps grew pale:
Heav'n scarce believ'd the conquest it survey'd,
And saints with wonder heard the vows I made.
Yet then, to those dread altars as I drew,
Not on the Cross my eyes were fix'd, but you:
Not grace, or zeal, love only was my call,
And if I lose thy love, I lose my all.
Come! with thy looks, thy words, relieve my woe;
Those still at least are left thee to bestow.
Still on that breast enamour'd let me lie,
Still drink delicious poison from thy eye,
Pant on thy lip, and to thy heart be press'd;
Give all thou canst — and let me dream the rest.
Ah no! instruct me other joys to prize,
With other beauties charm my partial eyes,
Full in my view set all the bright abode,
And make my soul quit Abelard for God.
Ah, think at least thy flock deserves thy care,
Plants of thy hand, and children of thy pray'r.
From the false world in early youth they fled,
By thee to mountains, wilds, and deserts led.
You rais'd these hallow'd walls; the desert smil'd,
And Paradise was open'd in the wild.
No weeping orphan saw his father's stores
Our shrines irradiate, or emblaze the floors;
No silver saints, by dying misers giv'n,
Here brib'd the rage of ill-requited heav'n:
But such plain roofs as piety could raise,
And only vocal with the Maker's praise.
In these lone walls (their days eternal bound)
These moss-grown domes with spiry turrets crown'd,
Where awful arches make a noonday night,
And the dim windows shed a solemn light;
Thy eyes diffus'd a reconciling ray,
And gleams of glory brighten'd all the day.
But now no face divine contentment wears,
'Tis all blank sadness, or continual tears.
See how the force of others' pray'rs I try,
(O pious fraud of am'rous charity!)
But why should I on others' pray'rs depend?
Come thou, my father, brother, husband, friend!
Ah let thy handmaid, sister, daughter move,
And all those tender names in one, thy love!
The darksome pines that o'er yon rocks reclin'd
Wave high, and murmur to the hollow wind,
The wand'ring streams that shine between the hills,
The grots that echo to the tinkling rills,
The dying gales that pant upon the trees,
The lakes that quiver to the curling breeze;
No more these scenes my meditation aid,
Or lull to rest the visionary maid.
But o'er the twilight groves and dusky caves,
Long-sounding aisles, and intermingled graves,
Black Melancholy sits, and round her throws
A death-like silence, and a dread repose:
Her gloomy presence saddens all the scene,
Shades ev'ry flow'r, and darkens ev'ry green,
Deepens the murmur of the falling floods,
And breathes a browner horror on the woods.
Yet here for ever, ever must I stay;
Sad proof how well a lover can obey!
Death, only death, can break the lasting chain;
And here, ev'n then, shall my cold dust remain,
Here all its frailties, all its flames resign,
And wait till 'tis no sin to mix with thine.
Ah wretch! believ'd the spouse of God in vain,
Confess'd within the slave of love and man.
Assist me, Heav'n! but whence arose that pray'r?
Sprung it from piety, or from despair?
Ev'n here, where frozen chastity retires,
Love finds an altar for forbidden fires.
I ought to grieve, but cannot what I ought;
I mourn the lover, not lament the fault;
I view my crime, but kindle at the view,
Repent old pleasures, and solicit new;
Now turn'd to Heav'n, I weep my past offence,
Now think of thee, and curse my innocence.
Of all affliction taught a lover yet,
'Tis sure the hardest science to forget!
How shall I lose the sin, yet keep the sense,
And love th' offender, yet detest th' offence?
How the dear object from the crime remove,
Or how distinguish penitence from love?
Unequal task! a passion to resign,
For hearts so touch'd, so pierc'd, so lost as mine.
Ere such a soul regains its peaceful state,
How often must it love, how often hate!
How often hope, despair, resent, regret,
Conceal, disdain — do all things but forget.
But let Heav'n seize it, all at once 'tis fir'd;
Not touch'd, but rapt; not waken'd, but inspir'd!
Oh come! oh teach me nature to subdue,
Renounce my love, my life, myself — and you.
Fill my fond heart with God alone, for he
Alone can rival, can succeed to thee.
How happy is the blameless vestal's lot!
The world forgetting, by the world forgot.
Eternal sunshine of the spotless mind!
Each pray'r accepted, and each wish resign'd;
Labour and rest, that equal periods keep;
"Obedient slumbers that can wake and weep;"
Desires compos'd, affections ever ev'n,
Tears that delight, and sighs that waft to Heav'n.
Grace shines around her with serenest beams,
And whisp'ring angels prompt her golden dreams.
For her th' unfading rose of Eden blooms,
And wings of seraphs shed divine perfumes,
For her the Spouse prepares the bridal ring,
For her white virgins hymeneals sing,
To sounds of heav'nly harps she dies away,
And melts in visions of eternal day.
Far other dreams my erring soul employ,
Far other raptures, of unholy joy:
When at the close of each sad, sorrowing day,
Fancy restores what vengeance snatch'd away,
Then conscience sleeps, and leaving nature free,
All my loose soul unbounded springs to thee.
Oh curs'd, dear horrors of all-conscious night!
How glowing guilt exalts the keen delight!
Provoking Daemons all restraint remove,
And stir within me every source of love.
I hear thee, view thee, gaze o'er all thy charms,
And round thy phantom glue my clasping arms.
I wake — no more I hear, no more I view,
The phantom flies me, as unkind as you.
I call aloud; it hears not what I say;
I stretch my empty arms; it glides away.
To dream once more I close my willing eyes;
Ye soft illusions, dear deceits, arise!
Alas, no more — methinks we wand'ring go
Through dreary wastes, and weep each other's woe,
Where round some mould'ring tower pale ivy creeps,
And low-brow'd rocks hang nodding o'er the deeps.
Sudden you mount, you beckon from the skies;
Clouds interpose, waves roar, and winds arise.
I shriek, start up, the same sad prospect find,
And wake to all the griefs I left behind.
For thee the fates, severely kind, ordain
A cool suspense from pleasure and from pain;
Thy life a long, dead calm of fix'd repose;
No pulse that riots, and no blood that glows.
Still as the sea, ere winds were taught to blow,
Or moving spirit bade the waters flow;
Soft as the slumbers of a saint forgiv'n,
And mild as opening gleams of promis'd heav'n.
Come, Abelard! for what hast thou to dread?
The torch of Venus burns not for the dead.
Nature stands check'd; Religion disapproves;
Ev'n thou art cold — yet Eloisa loves.
Ah hopeless, lasting flames! like those that burn
To light the dead, and warm th' unfruitful urn.
What scenes appear where'er I turn my view?
The dear ideas, where I fly, pursue,
Rise in the grove, before the altar rise,
Stain all my soul, and wanton in my eyes.
I waste the matin lamp in sighs for thee,
Thy image steals between my God and me,
Thy voice I seem in ev'ry hymn to hear,
With ev'ry bead I drop too soft a tear.
When from the censer clouds of fragrance roll,
And swelling organs lift the rising soul,
One thought of thee puts all the pomp to flight,
Priests, tapers, temples, swim before my sight:
In seas of flame my plunging soul is drown'd,
While altars blaze, and angels tremble round.
While prostrate here in humble grief I lie,
Kind, virtuous drops just gath'ring in my eye,
While praying, trembling, in the dust I roll,
And dawning grace is op'ning on my soul:
Come, if thou dar'st, all charming as thou art!
Oppose thyself to Heav'n; dispute my heart;
Come, with one glance of those deluding eyes
Blot out each bright idea of the skies;
Take back that grace, those sorrows, and those tears;
Take back my fruitless penitence and pray'rs;
Snatch me, just mounting, from the blest abode;
Assist the fiends, and tear me from my God!
No, fly me, fly me, far as pole from pole;
Rise Alps between us! and whole oceans roll!
Rise Alps between us! and whole oceans roll!
Ah, come not, write not, think not once of me,
Nor share one pang of all I felt for thee.
Thy oaths I quit, thy memory resign;
Forget, renounce me, hate whate'er was mine.
Fair eyes, and tempting looks (which yet I viw!)
Fair eyes, and tempting looks (which yet I viw!)
Long lov'd, ador'd ideas, all adieu!
Oh Grace serene! oh virtue heav'nly fair!
Divine oblivion of low-thoughted care!Fresh blooming hope, gay daughter of the sky!
And faith, our early immortality!Enter, each mild, each amicable guest;
Receive, and wrap me in eternal rest! See in her cell sad Eloisa spread,
Propp'd on some tomb, a neighbour of the dead.
In each low wind methinks a spirit calls,
And more than echoes talk along the walls.
Here, as I watch'd the dying lamps around,
From yonder shrine I heard a hollow sound.
"Come, sister, come!" (it said, or seem'd to say)
"Thy place is here, sad sister, come away!
Once like thyself, I trembled, wept, and pray'd,
Love's victim then, though now a sainted maid:But all is calm in this eternal sleep;
Here grief forgets to groan, and love to weep,
Ev'n superstition loses ev'ry fear:For God, not man, absolves our frailties here."
I come, I come! prepare your roseate bow'rs,
Celestial palms, and ever-blooming flow'rs.
Thither, where sinners may have rest, I go,
Where flames refin'd in breasts seraphic glow:
Thou, Abelard! the last sad office pay,
And smooth my passage to the realms of day;
See my lips tremble, and my eye-balls roll,
Suck my last breath, and catch my flying soul!Ah no — in sacred vestments may'st thou stand,
The hallow'd taper trembling in thy hand,
Present the cross before my lifted eye,Teach me at once, and learn of me to die.
Ah then, thy once-lov'd Eloisa see!
It will be then no crime to gaze on me.
See from my cheek the transient roses fly!
See the last sparkle languish in my eye!
Till ev'ry motion, pulse, and breath be o'er;
And ev'n my Abelard be lov'd no more.
O Death all-eloquent! you only prove
What dust we dote on, when 'tis man we love.
Then too, when fate shall thy fair frame destroy,
(That cause of all my guilt, and all my joy)
(That cause of all my guilt, and all my joy)
In trance ecstatic may thy pangs be drown'd,
Bright clouds descend, and angels watch thee round,
From op'ning skies may streaming glories shine,
And saints embrace thee with a love like mine.
May one kind grave unite each hapless name,
And graft my love immortal on thy fame!
Then, ages hence, when all my woes are o'er,And graft my love immortal on thy fame!
When this rebellious heart shall beat no more;
If ever chance two wand'ring lovers bringsTo Paraclete's white walls and silver springs,
O'er the pale marble shall they join their heads,And drink the falling tears each other sheds;
Then sadly say, with mutual pity mov'd,"Oh may we never love as these have lov'd!"
From the full choir when loud Hosannas rise,
And swell the pomp of dreadful sacrifice,
Amid that scene if some relenting eye
Glance on the stone where our cold relics lie,
Devotion's self shall steal a thought from Heav'n,
One human tear shall drop and be forgiv'n.And sure, if fate some future bard shall join
In sad similitude of griefs to mine,
Condemn'd whole years in absence to deplore,
And image charms he must behold no more;
Such if there be, who loves so long, so well;
Let him our sad, our tender story tell;
The well-sung woes will soothe my pensive ghost;
He best can paint'em, who shall feel'em most.
Universal prayer
Father of all! In every age,
In ev'ry clime ador'd,
By saint, by savage, and by sage,
Jehovah, Jove, or Lord!
Thou Great First Cause, least understood,
Who all my sense confin'd
To know but this, that Thou art good,
And that myself am blind:
Yet gave me, in this dark estate,
To see the good from ill;
And, binding Nature fast in Fate,
Left free the human Will.
What Conscience dictates to be done,
Or warns me not to do;
This teach me more than Hell to shun,
That more than Heav'n pursue.
What blessings thy free bounty gives
Let me not cast away;
For God is paid when man receives;
T' enjoy is to obey.
Yet not to earth's contracted span
Thy goodness let me bound,
Or think thee Lord alone of man,
When thousand worlds are round.
Let not this weak, unknowing hand
Presume thy bolts to throw,
And teach damnation round the land
On each I judge thy foe.
If I am right, thy grace impart,
Still in the right to stay;
If I am wrong, O teach my heart
To find that better way.
Save me alike from foolish Pride
Or impious Discontent,
At aught thy wisdom has denied,
Or aught that goodness lent.
Teach me to feel another's woe,
To right the fault I see:
That mercy I to others show,
That mercy show to me.
Mean tho' I am, not wholly so,
Since quicken'd by thy breath;
O lead me whereso'er I go,
Thro' this day's life or death!
This day be bread and peace my lot:
All else beneath the sun
Though know'st if best bestow'd or not,
And let Thy will be done.
To Thee, whose temple is of Space,
Whose altar earth, sea, skies,
One chorus let all Beings raise!
All Nature's incense rise!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Há sempre algo em frituras que vai deliciosamente contra as convenções sobre o que é chique. Mas garanto que não é com a intenção de descer de forma egocêntrica à sarjeta que incluo esta receita
Não resisti!
Com a correria, o cansaço, os desgastes emocional e físico fico quieta, opto pelo silêncio, poupo energia, deixo a mente livre para buscar leveza e fluidez em outra sintonia, temporariamente perco a concentração e desacelero o passo.
Com a correria, o cansaço, os desgastes emocional e físico fico quieta, opto pelo silêncio, poupo energia, deixo a mente livre para buscar leveza e fluidez em outra sintonia, temporariamente perco a concentração e desacelero o passo.
Às vezes é bom parvoejar, deixar a perspicácia um pouquinho de lado, embalar a inteligência ao som de alguma canção de ninar, aproveitar a onda de quietude, de ternura e no silêncio aconchegar-se em si. Virar concha.
Meus amigos sabem se estou concha, respeitam esse estado e o melhor de tudo: Não desistem de mim, ao contrário, continuam a mandar e-mails e não esperam qualquer resposta, telefonam e deixam recados simples, compostos por duas, três palavras fundamentais: “estamos aqui” e no meu renascer me acolhem como seu eu nunca tivesse partido. Esses são os meus amigos.
Outro dia pensei como a concha representa com exatidão determinadas fases da vida. Não se trata do isolamento, do fechar-se para o mundo - se assim fosse, também poderia chamar-se fase tartaruga, do jeito que a tartaruga se protege dentro do próprio casco. Mais do que proteger-se a concha se cura: Transforma o estranho grão de areia em pérola.
Foi nesta fase, acrescida de pequenas mudanças diárias que fazem tanta diferença, afastam a rotina e fortalecem o suportar: Mudar horários, caminhos, refeições, a cor do batom, mudar o olhar, que encontrei, onde menos esperava, o livro Nigella Bites as receitas preferidas da chef inglesa, da ediouro.
Impresso em papel de qualidade (com certeza suportará alguns respingos de ingredientes), com belas imagens, o texto fácil e simpático com o qual Nigella simplifica e torna prática a arte de bem cozinhar: "Gostar de comida, gostar de comer não é igual a formar-se com louvor pela universidade do bom gosto convencional. Não estou interessada em agradar esnobes ou puristas da gastronomia, ou em usar apenas um tipo de comida. Sim, eu quero que tudo o que eu coma seja gostoso e sempre há lugar - e no meu coração, um bem aconchegante - para o que está fora de moda na cozinha." Nunca imaginei que um livro de culinária pudesse renovar nosso ânimo e também nos proporcionar agradável leitura.
Impresso em papel de qualidade (com certeza suportará alguns respingos de ingredientes), com belas imagens, o texto fácil e simpático com o qual Nigella simplifica e torna prática a arte de bem cozinhar: "Gostar de comida, gostar de comer não é igual a formar-se com louvor pela universidade do bom gosto convencional. Não estou interessada em agradar esnobes ou puristas da gastronomia, ou em usar apenas um tipo de comida. Sim, eu quero que tudo o que eu coma seja gostoso e sempre há lugar - e no meu coração, um bem aconchegante - para o que está fora de moda na cozinha." Nunca imaginei que um livro de culinária pudesse renovar nosso ânimo e também nos proporcionar agradável leitura.
“Para ser franca, todas as comidas fazem sentir bem. Mas há horas em que você precisa dar uma mordida em algo quente ou em uma fatia de alguma coisa doce, só para sentir que o mundo é um lugar mais confortável. Todos nós nos sentimos cansados, estressados, tristes ou solitários, e este é o alimento que nos dá alívio.” Esta é a introdução do capítulo dois: “Comida reconfortante.”
Na hora que quiser; comida reconfortante; em frente à TV; garota festeira; para os dias de chuva; contra a maré; herança de família; jantar com amigos; fim de semana sem estresse; comida do templo, entre cada capítulo um bom espaço para nossas anotações.
Nigella deveria ser a prima querida, moradora da casa ao lado da nossa.
Na hora que quiser; comida reconfortante; em frente à TV; garota festeira; para os dias de chuva; contra a maré; herança de família; jantar com amigos; fim de semana sem estresse; comida do templo, entre cada capítulo um bom espaço para nossas anotações.
Nigella deveria ser a prima querida, moradora da casa ao lado da nossa.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Hoje não sei. É como ver da rua uma figura entre cortinas numa corrente de ar, às vezes penso que era eu, mas pergunto também, seria alguém por mim, numa curva do tempo, a murmurar tão baixo palavras esquecidas?
Na semana encerrada ontem, o ritmo de exames e consultas foi mais ameno. Uma única ida ao hospital do câncer, na quarta-feira, novos exames a serem realizados e outros temas abordados, escreveria outras preocupações, mas deixo de lado este sentimento em prol da sanidade mental, primordial para a saúde física. Qualquer ida ao hospital do câncer deveria ser seguida por um bom banho e descanso, algum tipo de leveza, porém para cuidar da saúde aproveitei a esticada do meu almoço e voltei ao escritório. Foi o jeito de puxar a corda mais um pouquinho, da mesma maneira que fiz na sexta-feira, após a consulta no final da tarde com minha médica favorita (em seu consultório tão perto de casa) e o retorno ao escritório para lá permanecer até às 22h e 30 min. Por sorte, apesar da chuva, encontrei um táxi que me levou de volta ao escritório; por sorte, também, meu filho estacionou seu carro em frente ao prédio e telefonava de cinco em cinco minutos para apressar minha saída: “Mãe, tô vendo daqui, você ainda não apagou a luz pra sair”. O cão estava com ele no carro. Parte do dia o cão esteve com ele no carro durante a correria que ele empreende em seus afazeres. O cão proporcionou excelente companhia ao garotão e estava mais feliz ao me ver. Cães sorriem.
Conversei com minha médica sobre a pressão, a neurótica expectativa com o final do ano. Desta vez assumo ser apenas a mudança de data, não há mágica alguma e retirei toneladas da minha mente, do meu corpo. Como é bom esta inédita leveza em relação ao natal e ao ano-novo. Não há obrigação de, tampouco obrigação para. Sem qualquer necessidade, sem obrigação, sem ter que, sem mandingas, sem superstições, sem promessas, sem pressão. Apenas concordei com minha médica que será um começo. Ao acompanhar-me nesses últimos meses ela sabe que será um começo. Fluido e bem-vindo começo.
No entanto ainda há os que acreditam em planos e há os que se consideram especialistas na execução de planos. Para esses, talvez a matéria abaixo traga algum proveito. O meu pensamento é bem mais simplista: Oba, ano que vem tem mais!
Fim de ano, proximidade de 2010 com inúmeras possibilidades. Nesse clima, é comum fazer promessas: começar academia, estudar inglês, viajar, ir ao cinema todos os fins de semana, ler mais. Mas por que muitas dessas promessas não acontecem no decorrer do ano? “Porque as pessoas exageram. O ideal é começar com metas pequenas”, diz o coach Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), que ao lado da psicóloga paulista Corinna Schabbel, doutora em gestão de conflitos, dá outras dicas para alcançar os objetivos em 2010.
Conversei com minha médica sobre a pressão, a neurótica expectativa com o final do ano. Desta vez assumo ser apenas a mudança de data, não há mágica alguma e retirei toneladas da minha mente, do meu corpo. Como é bom esta inédita leveza em relação ao natal e ao ano-novo. Não há obrigação de, tampouco obrigação para. Sem qualquer necessidade, sem obrigação, sem ter que, sem mandingas, sem superstições, sem promessas, sem pressão. Apenas concordei com minha médica que será um começo. Ao acompanhar-me nesses últimos meses ela sabe que será um começo. Fluido e bem-vindo começo.
No entanto ainda há os que acreditam em planos e há os que se consideram especialistas na execução de planos. Para esses, talvez a matéria abaixo traga algum proveito. O meu pensamento é bem mais simplista: Oba, ano que vem tem mais!
Fim de ano, proximidade de 2010 com inúmeras possibilidades. Nesse clima, é comum fazer promessas: começar academia, estudar inglês, viajar, ir ao cinema todos os fins de semana, ler mais. Mas por que muitas dessas promessas não acontecem no decorrer do ano? “Porque as pessoas exageram. O ideal é começar com metas pequenas”, diz o coach Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), que ao lado da psicóloga paulista Corinna Schabbel, doutora em gestão de conflitos, dá outras dicas para alcançar os objetivos em 2010.
- Metas - Estabeleça metas para o ano seguinte de forma gradativa (curto, médio e longo prazos):
1ª fase – Estado atual: não está ideal, mas é o começo.
2ª fase – Processo de transição: começa a acelerar o ritmo, mas não sente tanto, pois já passou por uma fase de adaptação.
3ª fase – Estado desejável: fazer o que sempre quis.
- Aos poucos: Para colocar em prática os ensinamentos do item anterior, pense numa situação comum, como começar a freqüentar uma academia. Se você pensa em fazer três modalidades ao mesmo tempo, em vários dias por semana, vá com calma. “Escolha uma modalidade e comece com uma periodicidade que não solicite muito do seu tempo, como uma vez por semana. Aos poucos, aumente o ritmo”, ensina o coach Sulivan França.
- Abrir mão: Se você deseja fazer uma atividade extra, mas não tem tempo na agenda, seja realista: vai ter de abrir mão de outro compromisso. Essa é a visão da psicóloga paulista Corinna Schabbel, doutora em gestão de conflitos. “O tempo é como dinheiro, você só deve gastar o que tem”, diz.
- Abrir mão: Se você deseja fazer uma atividade extra, mas não tem tempo na agenda, seja realista: vai ter de abrir mão de outro compromisso. Essa é a visão da psicóloga paulista Corinna Schabbel, doutora em gestão de conflitos. “O tempo é como dinheiro, você só deve gastar o que tem”, diz.
- Faça as contas : Segundo a psicóloga Corinna Schabbel é essencial descobrir o tempo que você gasta e o tempo que você tem para realizar o que deseja. “Se leva uma hora para se arrumar de manhã, não coloque o relógio para despertar meia hora antes”, sugere. Você vai começar o dia atrasado e isso pode ter um efeito dominó, culminando na perda de compromissos.
- Plano de ação: É preciso ter um plano de ação detalhado, inclusive com datas (dias, semanas, meses). Meta muito grande gera insatisfação momentânea. "Quando é dividida em várias partes traz satisfação momentânea e isso é a mola para continuar”, diz o coach Sulivan França. Exemplo de um livro de 500 páginas: se você ler dez páginas por dia, em um mês chega a 300. Se dividir em cinco páginas pela manhã e cinco à noite, fica mais acessível. “As pessoas têm necessidade de prazer imediato".
- Resultados: No primeiro momento, o coach Sulivan França diz que esse tipo planejamento parece burocrático e maçante, mas em 30 dias é possível ver os resultados positivos, e isso é o que estimula a pessoa a continuar. “Depois vira automático. Aí só comemorar as conquistas”, garante.
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultnot/2009/12/11/especialistas-ensinam-como-colocar-em-pratica-as-promessas-para-2010.jhtm
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultnot/2009/12/11/especialistas-ensinam-como-colocar-em-pratica-as-promessas-para-2010.jhtm
Possibilidades, simples possibilidades
Para quem acredita; para quem não acredita, mas dá uma olhadinha e para aqueles que pesquisam previsões astrológicas uma vez por ano, normalmente, na proximidade do ano-novo. Sou sagitariana com ascendente em libra, seja lá o que isto significa.2010 será regido por Vênus, o planeta das relações amorosas, que representa nossos afetos, capacidade de atração, valores, preferências e está diretamente associado à nossa capacidade de seduzir, conquistar e ser amada.
No mapa astrológico, Vênus, que só perde em brilho para a Lua, é o regente dos signos de Touro e Libra. No primeiro, representa a busca pela segurança material e o desejo de explorar ao máximo o prazer que os sentidos podem proporcionar. Já em Libra, simboliza a busca por relacionamentos, parcerias e casamentos. Também está associado à justiça, à harmonia e ao equilíbrio, tão indispensáveis ao cultivo da paz. “O ano novo promete destaque às mais íntimas aspirações individuais e àquilo que nos dá gosto e prazer, despertando a atenção para aqueles que são realmente importantes em nossa vida”, afirma Max Klim.
Ao contrário de 2009, um período marcado pela crise econômica, pelo desemprego e pela desesperança, 2010 promete expansão, sorte, abundância e a multiplicação de talentos, criatividade e riqueza cultural. Graças à influência de Vênus, o ano vindouro traz consigo boas chances para romance, viagens e diversão. E não é só. “Haverá mais diplomacia nas relações internacionais e espera-se que sejam feitos muitos acordos entre os povos, acentuando o ideal de paz e fraternidade universal”, arremata o astrólogo Clayton Fábio Oliveira.
ÁRIES (21 de março a 20 de abril)
ÁRIES (21 de março a 20 de abril)
Período de fortalecimento mental e espiritual. Você precisará trabalhar arduamente, mas o esforço será compensado. Desenvolverá a tolerância e a coragem e aprenderá a ter um bom desempenho, apesar da pressão. Quando as dificuldades cessarem, ficará mais fortalecida. Se você está num processo de independência e de alçar novos voos, boa notícia: as coisas podem se encaminhar para isso rapidamente.
- Trabalho: Momento de ajustes e de rever ambições, planos e compromissos. Será um ano de muito trabalho para você. Esteja preparada para aceitar aumento de responsabilidades. Chefes e superiores estarão atentos a seu desempenho, dedique-se.
- Amor: Você estará mais comprometida e exigente em 2010. Tendência a imprimir um tom mais sério e adulto nas relações. Antigos relacionamentos passam por desgastes, mas os mais sólidos sobreviverão. Para as solteiras, chances de romances no trabalho.
- Saúde: Virgem em sua casa da saúde adverte para sensibilidade digestiva. Desafios podem causar estresse e talvez sua energia diminua um pouco. Se possível, evite se desgastar demais e se permita descansar um pouco quando sentir necessidade.
- Dinheiro: A dica é poupar e pensar muito antes de gastar para não se arrepender depois. Risco de transformações repentinas nas finanças.
TOURO (21 de abril a 20 de maio)
TOURO (21 de abril a 20 de maio)
O início do ano será calmo para que você assimile todas as mudanças e o sucesso do ano passado, mas, de repente, você irá mais longe. O assunto principal do ano será a carreira. Com tanto trabalho, será preciso cavar momentos de lazer. Sua espiritualidade estará em alta.
- Trabalho: A diplomacia e as articulações ditam o ritmo de evolução dentro da carreira. É necessário que você se atualize profissionalmente para corresponder a possíveis oportunidades no trabalho. O Sol na casa nove de Touro propõe estudos e viagens.
- Amor: Investimentos conjuntos para quem é casada reforçam os laços afetivos. Para as solteiras, hora de se dedicar a novas amizades e atividades em grupo, com chances de conhecer alguém especial.
- Saúde: O segundo semestre promete despertar sua atenção para tudo que estiver relacionado à diversão e aos esportes. O eterno cuidado com o peso requer atenção específica no primeiro semestre. De forma geral, a saúde estará ótima, com energia e vitalidade em alta.
- Dinheiro: diversifique os investimentos, tome cuidado com gastos desnecessários. Seja disciplinada e não terá muitos problemas.
GÊMEOS (21 de maio a 20 de junho)
GÊMEOS (21 de maio a 20 de junho)
O final do ano passado foi excelente para a carreira e 2010 deve permanecer assim. Você vive uma sequência de glórias e conquistas, por isso precisa aprender a lidar com o sucesso. Muitos amigos sairão de cena e outros tantos aparecerão. Bastante interesse por assuntos espirituais, pela comunicação e por aqueles relacionados ao desenvolvimento intelectual.
- Trabalho: Atitudes mais radicais e insegurança emocional podem gerar dispersão. Tenha mais atenção e convicção nos propósitos, busque aprofundamento naquilo que quer.
- Amor: Sua vida afetiva estará bem movimentada e excitante. Turbulências prometem eliminar dúvidas e inseguranças no primeiro semestre. É tempo de renovar expectativas em relação ao parceiro. O amor que chega é bom. Aproveite as oportunidades de conhecer novas pessoas.
- Saúde: Se você tiver tendência a engordar, redobre os cuidados com a alimentação. É hora de cumprir as promessas de reeducação alimentar e considerar aquele check-up atrasado. Exercícios aeróbicos são bemvindos. Tendência a se sentir cada vez mais disposta e ativa.
- Dinheiro: Faça economia doméstica. Evite investimentos em casa que não sejam compatíveis com sua situação financeira.
CÂNCER (21 de junho a 21 de julho)
CÂNCER (21 de junho a 21 de julho)
Em 2010, os relacionamentos das cancerianas devem passar por grandes mudanças. Haverá também uma redefinição importante de sua personalidade, ou seja, mudanças no modo como você se vê. Para aquelas que andaram abusando da alimentação, o momento é de desintoxicarse. Continua o interesse por religião, filosofia e viagens.
- Trabalho: Todas as áreas relacionadas à carreira estarão favorecidas. Parcerias e contatos podem gerar novos planos ou projetos paralelos. Invista naquela pós-graduação para abrir novas frentes.
- Amor: Será um ano para rever suas expectativas em relação ao amor e se libertar de relacionamentos que não trazem felicidade. Haverá mais diálogo na relação, o que trará mais estabilidade e alegria. Equilíbrio emocional, simpatia e desenvoltura devem ajudar as solteiras na hora da conquista. Invista em seu romantismo.
- Saúde: Hora de espantar a preguiça. Dedique especial atenção ao aparelho reprodutor e mude velhos hábitos. Relaxe para evitar o estresse. Massagens nos pés ajudarão a manter a saúde.
- Dinheiro: Para este ano, os astros indicam economia pessoal muito favorecida. O momento é de ousar nos investimentos para garantir um futuro mais tranquilo lá na frente.
LEÃO (22 de julho a 22 de agosto)
LEÃO (22 de julho a 22 de agosto)
O ano passado foi excelente para o amor e a vida social e essa tendência continuará em 2010. O relacionamento será empolgante e intenso, do jeito que você gosta. Muito interesse por viagens, educação e assuntos relacionados ao crescimento pessoal. Bom ano para quem está entrando no mercado de trabalho ou fazendo cursos de aprimoramento.
- Trabalho: Chegou a hora de assumir sua liderança no ambiente de trabalho. Sua racionalidade estará ainda mais aguçada e as habilidades intelectuais bastante favorecidas. Sociedades e trabalhos em grupo trarão bons dividendos para a sua carreira.
- Amor: Muita liberdade e disposição para relações intensas. Cuidado com promessas que você não possa cumprir. Ano sexualmente muito ativo e que promete grandes momentos no amor.
- Saúde: Forte vitalidade. Exercícios e esportes em geral ajudarão a ter mais disposição. Tendência a agir com mais disciplina. Joelho e coluna podem dar sinais. Marte em seu signo traz mais saúde.
- Dinheiro: Seja metódica. Evite confusão com a economia cotidiana, não atrase contas e outras obrigações.
VIRGEM (23 de agosto a 22 de setembro)
VIRGEM (23 de agosto a 22 de setembro)
Finalmente chegou ao fim uma fase complicada, marcada por grandes transformações, principalmente no que diz respeito à vida amorosa. Trabalho e saúde continuam bem, mas é preciso tomar certos cuidados para não se sobrecarregar, lembre-se de cavar momentos para descansar. Libido em alta, assim como a criatividade. Tendência a valorizar a vida doméstica e o convívio com os filhos.
- Trabalho: Normalmente mais metódicas, as virginianas estarão muito criativas e dispostas a enfrentar situações inusitadas. O ano novo também promete muita curiosidade para aprender coisas novas e explorar diferentes campos do conhecimento.
- Amor: O desejo de renovação marcará esse período. Este ano você não terá paciência para relações muito monótonas. Sua libido estará forte e suas relações sociais bem agitadas. Descontração e alegria devem garantir momentos felizes a dois.
- Saúde: A respiração merecerá cuidado redobrado. Atenção às quedas de imunidade, que podem ser constantes. Um cuidado maior com a alimentação pode ser o meio ideal para prevenir eventuais problemas. Massagens no rosto e na cabeça serão benéficas.
- Dinheiro: Equilíbrio nas contas, austeridade e boa administração. Continue assim e não terá problemas.
LIBRA (23 de setembro a 22 de outubro)
LIBRA (23 de setembro a 22 de outubro)
Transformações à vista em sua vida familiar e financeira. É hora de se concentrar no que é realmente importante na sua vida. 2010 será marcado por muita diversão e alegria.
- Trabalho: Tendência a sonhar e a buscar mais espaço criativo para produzir e crescer. Será muito difícil comprometer-se com algo se não houver afeto e afinidade. Vontade de modernizar sua relação com o setor profissional. Por isso, nada melhor do que investir no marketing pessoal e no aperfeiçoamento da carreira.
- Amor: As relações precisam ser motivadoras neste ano. Você vai exigir do parceiro mais atenção e comprometimento com seus ideais. Desejo de autonomia e de perceber como o outro aceita suas influências.
- Saúde: Dispersão é a palavra da hora. Melhor buscar meditação ou ioga para se acalmar e reencontrar seu foco. Saúde geral boa, somente fique atenta para não desperdiçar energia em coisas que não valem a pena.
- Dinheiro: Gastos movidos pela emoção. Resista ao máximo! Tome coragem para renovar seus meios de renda.
ESCORPIÃO (23 de outubro a 21 de novembro)
ESCORPIÃO (23 de outubro a 21 de novembro)
Muitas mudanças em sua vida financeira envolvendo interesses intelectuais e ligados à área da comunicação. Prepare-se: haverá trabalho duro e competição pela frente. Momento favorável para expandir a mente e investir nos estudos. O ano promete troca de emprego e, talvez, de residência. Com a autoestima mais fortalecida, devem ocorrer modificações em sua aparência. A espiritualidade estará muito forte, trazendo a necessidade de estudo e aprofundamento.
- Trabalho: Ano de promoção para as escorpianas. Ponha seus planos de desenvolvimento profissional em prática. Período marcado por autonomia e confiança nas relações de trabalho. Dê o seu máximo, mantenha o espírito competitivo e será recompensada.
- Amor: Você vai desejar mais comprometimento e dedicação de seus parceiros. Paixão em alta. Amores novos motivam e transformam a sensual nativa de escorpião. Para as comprometidas, é hora de discutir a relação para sair do marasmo. Novas amizades devem surgir.
- Saúde: O ano trará um aumento da vitalidade. Alterações de humor podem aparecer na forma de dores localizadas e crises de estresse. Saúde geral boa, dê atenção especial ao coração.
- Dinheiro: Plutão na casa financeira pode favorecer quem precisa se recuperar e requer atenção dos que gastam demais. Fique atenta às mudanças financeiras repentinas para não desequilibrar o seu orçamento.
SAGITÁRIO (22 de novembro a 21 de dezembro)
SAGITÁRIO (22 de novembro a 21 de dezembro)
Este ano será mais voltado para a casa e a família. Procure redescobrir os prazeres de manter relações harmoniosas em seu lar. Isso será bastante inovador para as sagitarianas, acostumadas a aventuras. O ano será marcado por muita diversão e possibilidades de viagem. Aproveite!
- Trabalho: Será preciso aperfeiçoar-se. O tempo de trabalho vai contar para quem espera promoção ou melhores oportunidades. Concursos e provas também podem ser boas pedidas.
- Amor: Você estará mais sensível e atenta à rotina afetiva. Novidades e versatilidade nas opções de programas a dois. Cuidado para não ser agressiva quando algo não sair do jeito que você planejou. Muita diversão e novos romances no horizonte para as solteiras.
- Saúde: Pequenas infecções, principalmente na garganta, podem afetar a saúde como um aviso de baixa imunológica. Evite o sedentarismo para não engordar. Faça exames preventivos.
- Dinheiro: Bom senso econômico. Guarde para prosperar, evite desperdícios e procure quitar pequenas dívidas. O Sol na casa financeira favorece investimentos acertados. Inteligência administrativa.
CAPRICÓRNIO (22 de dezembro a 20 de janeiro)
CAPRICÓRNIO (22 de dezembro a 20 de janeiro)
Você está vivendo uma fase de mudanças em longo prazo. O novo ano promete ser próspero e cheio de novidades. Parcerias antigas, sejam elas profissionais ou pessoais, serão testadas. Mudanças para melhor na área doméstica e na família. Seus interesses principais serão seu corpo e sua imagem. Finanças e comunicação em alta.
- Trabalho: Diversidade e versatilidade definem o ano que se aproxima. Inteligência aguçada confere um bom momento para estudos de formação específica. Sua já notória capacidade de concentração estará mais acentuada em 2010. Seja diplomática.
- Amor: Momento marcado pela dedicação à família, à fidelidade e ao desejo de união. Para quem está só ou ainda não se casou, bom momento para iniciar novos contatos. A Lua localizada na casa das relações tende a acentuar o romantismo e faz com que as capricornianas fiquem mais atenciosas com seus parceiros.
- Saúde: Tendência a alergias ou problemas respiratórios podem surgir nos momentos de maior tensão. O melhor remédio nessas horas é respirar, fazer caminhadas e incluir exercícios que caibam no cotidiano. Sua saúde pede atenção, portanto, nada de excessos.
- Dinheiro: Júpiter e Netuno na casa financeira dão ousadia às economicamente conservadoras. Empreendedorismo favorecido.
AQUÁRIO (21 de janeiro a 19 de fevereiro)
AQUÁRIO (21 de janeiro a 19 de fevereiro)
O ano trará bastante prosperidade, assim como grande interesse por tudo que envolva o desenvolvimento intelectual. Você sentirá vontade de fazer cursos e de se aprimorar usando seu enorme talento para comunicação. Ficará contente e satisfeita com a vida em família e os relacionamentos já estabelecidos. Dê ouvidos à sua intuição.
- Trabalho: Senso cooperativo bastante acentuado. Desejo de se firmar aponta mais dedicação no campo profissional. A autoconfiança será uma característica marcante das nativas deste signo. Aprofundamento técnico será a tônica.
- Amor: Marte na casa das relações dá poder de iniciativa para começar uma relação nova ou com alguém que você já admira. Use a sua intuição para manter os novos relacionamentos felizes e harmoniosos.
- Saúde: Fase ótima pela frente. Em situaçoes de estresse, o estômago e o fígado podem ficar sensibilizados. Pegue leve na alimentação e invista num cardápio equilibrado. Sempre que puder, dê uma pausa na rotina.
- Dinheiro: Seu mapa astrológico aponta muitas possibilidades de ganhos inusitados e lucros vindos de onde menos se espera. Portanto, não deixe dinheiro parado, procure ajuda financeira para fazer bons investimentos.
PEIXES (20 de fevereiro a 20 de março)
O próximo ano reserva bastante otimismo e sucesso às piscianas, que terão necessidade de viver de uma forma mais alegre e prazerosa. Tudo indica que você viajará muito e conhecerá novas pessoas. A vida amorosa também promete trazer novidades. A espiritualidade, uma de suas características mais marcantes, continuará em alta. Atividades em grupo e em organizações são bem-vindas.
- Trabalho: Autonomia crescente à maneira típica das piscianas, com discrição e empenho. Destaque e possibilidade de assumir lideranças em áreas novas. O ano favorece iniciativas para novos projetos, mesmo que isso indique mudar de carreira. Fama e sucesso em seu caminho, você colherá o que tem plantado nos últimos anos.
- Amor: Saturno na casa das relações promete momentos difíceis que, se forem superados, podem aumentar o senso de compromisso. Nas relações existentes, deve-se considerar um espaço para que a individualidade de cada um não gere conflitos. Tenha bastante paciência.
- Saúde: Grande vitalidade e muito vigor. Comece um esporte e tome alguns cuidados para reforçar a saúde do coração.
- Dinheiro: Cuidado com precipitação nos gastos, planeje antes de comprar. A Roda da Fortuna na casa financeira promete altos e baixos. Imagem de Saul Steinberg
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